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Valparaíso, 3/8/2012

agosto 6, 2012

por Luiza Baldan

 

 

Não era um pesadelo, mas achei que fosse. Estava em um grande terreno, meio baldio meio depósito de ferro-velho, sendo perseguida por um lenhador que usava um chapeuzinho tipo do “Chaves” (comediante mexicano, não o presidente venezuelano). Eu me escondia em um carro abandonado, enquanto o lenhador me olhava pelo lado de fora. Mas ele não queria me atacar, não queria me fazer mal, queria apenas me entregar um papel. Talvez se fosse um pesadelo de verdade eu tivesse voltado a dormir, mas fiquei tão impressionada com a virada do sonho que não pude mais.

Das coisas curiosas da vida: deixei um professor que se chama como meu pai para encontrar um que se chama como meu ex-marido, justamente quem me ensinou a falar espanhol e por quem carrego para sempre um sotaque catalão.

E me enveredo pelo mundo da música, por piano-bar e clube de jazz, tangueros e cajones, a boemia de Valparaíso.

 

 

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