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calle Chacabuco e Imprenta Victoria

junho 11, 2010

05/06/2010

Caminhadas longas para comprar papel, visitar uma madeireira, almoçar na fuente naturista. Cheguei até o Paseo Muelle Baron, hoje uma bela marina que servia para atracar os navios de carvão. Lá, os portenhos vão para pescar, tomar sol e ver os lobos marinhos nadar e competir peixes com as gaivotas. Fiquei cerca de 3 horas no paseo desenhando e lendo um pouco, já estruturando o livro Una ciudad de perros.
O banho de luz do pacífico foi entusiasmante, já que o frio é o único inconveniente por aqui.
Na volta, como a cidade é pequena, vi um rapaz que sentou na mesa em frente a minha no restaurante logo na chegada. Estava correndo.
Me parece, que os encontros dados ao acaso confirmam ligações que vamos criando com a cidade…

06/06/2010

Domingo monástico. Uma única saída pela manhã para fazer compras no supermercado da esquina.
Aqui, a pequena rua que serve como mercado de peixe é impagável e a praça da matriz é o lugar mais democrático de Valpo.
21:30 – atividade sísmica

07/06/2010

Hoje o dia correu. Fizemos nossa reunião no CRAC com Paulina, Amatista, David e Isabel, depois saímos para almoço em um restaurante próximo.
Depois de voltar ao Duc, fui em direção a Imprenta Victoria para conversar com Rolf e acertar detalhes para um programa de trabalho dentro da gráfica. O clima de tranquilidade impressiona no local, partindo do dono que é um neto de alemão muito simpático e disponivel. Antes tinha somente a máquina menor para realizar os trabalhos, hoje me disse que poderia colocar a Heidelberg grande para imprimir, trocando as marcas de corte pelos rolos, que parecem estar guardados e em bom estado. O mais impressionante foi saber que  ainda existe um porão com materiais tipográficos. Realmente é um patrimônio da cidade. Amanhã voltarei para fecharmos o trabalho, e pretendo ter uma rotina diária de ao menos 3 horas na gráfica.
Depois da bem sucedida reunião, me perdi nos arredores da rua Chacabuco encontrando uma loja de roupas profissionais excelente.
Chegando no Duc, tomamos um lanche na ‘pieza’ do Tiago e nos preparamos para uma reunião de associações dos Cerros que aconteceria no próprio residencial, no piso térreo. Belíssima aula de auto organização comunitária. Valparaíso é porto…e cachorros, e gatos e cadê o plano diretor? Ao que parece, todas as cidades do mundo carecem do mesmo: trocar o suposto ‘crescimento econômico’ por desenvolvimento sustentável.

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  1. junho 11, 2010 10:28 am

    Fabrício,

    A Imprensa Vitória parece um lugar em que a “luz” foi comida aos poucos… pelos tipos gráficos, como plantas que crescem no escuro. Este jardim é feito de pó e óleo, como as máquinas de um destroyer!

    Boas fotos… excelentes comentários…. o texto cadas vez mais rápidos e divertidos.

    Obrigado pelo link.

    Por aqui… esperança.

    Abraços e bom trabalho,
    Ulysses.

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